O claude-bus transforma terminais isolados em um time: um agente gestor delega, workers executam em seus próprios projetos e as respostas voltam — sozinhas, enquanto você só assiste. Agora com Grok, pi e Kimi Code no mesmo time.
O claude-bus é um plugin Windows que conecta várias sessões do Claude Code num time de agentes: um gestor delega tarefas, workers executam em seus próprios projetos e as respostas voltam automaticamente pelo bus — sem copiar e colar entre terminais e sem gastar tokens na orquestração.
Quem trabalha com vários agentes Claude Code conhece a rotina: o gestor de tráfego numa janela, o dev em outra, cada um com semanas de contexto acumulado — e você no meio, copiando e colando respostas de um pro outro como um pombo-correio.
Sessões isoladas. Para o dev saber o que o gestor decidiu, você intermediava tudo manualmente. Contexto se perdia, tarefas dormiam entre janelas e o "time de agentes" era, na prática, um monte de abas soltas.
As sessões se falam diretamente. O gestor delega, o worker executa no próprio projeto com o próprio contexto e devolve o resultado — em segundos, sem você digitar nada. Suas ilhas viraram uma equipe.
Registro de uma troca verdadeira entre duas sessões durante a validação do sistema:
Ida e volta em ~30 segundos. O dono do projeto só assistiu.
Assista o time inteiro trabalhando — do zero à entrega: monitor ligado, agentes abertos lado a lado, tarefa despachada e as respostas cruzando os terminais sozinhas. Tudo em tempo real, sem cortes.
bus start liga o carteiro — um monitor leve que entrega as mensagens entre sessões.
bus open abre cada agente já registrado e escutando, cada um na pasta do seu projeto.
bus send despacha a missão — e o time conversa até a entrega, sem você digitar.
Um time de agentes Claude Code, cada um no seu posto.
Qualquer sessão delega tarefas ou faz perguntas a qualquer outra. A resposta volta pra quem pediu, na mesma conversa.
Mencione um projeto que ainda não tem agente e o bus cria um na hora, já dentro da pasta certa, com o contexto certo — e ele fica, com memória.
Mensagem nova acorda o destinatário sozinho — inclusive sessões abertas na sua tela, que reagem ao vivo enquanto você assiste.
Conversas têm limite de rodadas contra loops infinitos, e ações irreversíveis sempre param na aprovação de um humano. Autonomia ≠ anarquia.
Um assistente pergunta o essencial — nome, pasta, quantos agentes — e abre tudo configurado. Da segunda vez, um comando reabre o time inteiro de onde parou.
Toda entrega fica registrada: a tarefa que chegou, o que o agente respondeu e quanto tempo levou. Uma aba acompanha isso ao vivo — inclusive dos agentes que não têm janela própria.
O bus deixou de ser exclusivo do Claude Code. Um agente pode rodar no Grok e conversar normalmente com os agentes Claude — mesma rede, mesmas tarefas. Cada papel no motor que fizer mais sentido.
Toda tarefa entregue fica em aberto até a resposta chegar. Um comando mostra quem está devendo e há quanto tempo — e outro cobra por você.
O bus nunca dependeu do Claude em si — ele precisa apenas de um agente de terminal que saiba retomar a própria conversa. Grok, pi e Kimi Code sabem. Então cada um entra no time como qualquer outro membro: recebe tarefa, executa no projeto e responde na mesma conversa.
O time completo: gestor, devs e revisor. Cada um com sua personalidade e, se quiser, um modelo diferente.
Um agente Grok na mesma rede, recebendo e devolvendo tarefas exatamente como os demais. Validado com o Grok real: recebeu a tarefa, criou o arquivo e respondeu pelo bus.
Entra como dev ou revisor, com a personalidade do papel aplicada a cada tarefa. Pode trabalhar em silêncio, com uma aba mostrando o que ele fez, ou conversando na tela como os demais. Validado com o pi real: recebeu a tarefa do time, executou e respondeu pelo bus.
O motor que abre a porta para qualquer modelo: ele importa um catálogo público com 190 provedores e mais de 6.700 modelos — GPT, Gemini, Qwen, DeepSeek, K3, até modelo rodando na sua máquina. Você escolhe o modelo de cada agente numa linha de configuração, sem tocar em código. Validado com o Kimi real: leu o arquivo do projeto, respondeu pelo bus e retomou a conversa no turno seguinte. Desde a v1.7.1 abre também com janela de verdade (--tui): você vê a conversa ao vivo, e ele acorda sozinho quando chega tarefa.
As diferenças entre os quatro — como cada um recebe personalidade, autonomia e instruções — são traduzidas pelo bus. Você escolhe o motor de cada agente; o resto continua igual.
Três comandos: bus start liga o monitor que entrega as mensagens; bus open abre cada agente já registrado e escutando na pasta do seu projeto; bus send despacha a missão. A partir daí os agentes conversam entre si até a entrega, com limite de rodadas contra loops infinitos.
Windows nativo, 100%. Não precisa de WSL, tmux nem gambiarras — só do Claude Code instalado. O monitor roda como processo leve em segundo plano e sobrevive ao fechamento do terminal.
O claude-bus não está em loja nem é open source: ele é distribuído aos membros do Vibe Coders, comunidade paga por assinatura mensal. O acesso inclui o instalador oficial, atualizações do plugin, suporte de quem construiu e conteúdo semanal de vibe coding. Veja como entrar.
Quantos seu computador aguentar: um gestor central e vários workers, cada um na pasta do próprio projeto. Se você mencionar um projeto que ainda não tem agente, o bus cria um worker na hora, já com o contexto certo — e ele permanece, com memória.
Sim. Além do Claude original, cada agente pode subir num provider diferente via perfis — por exemplo o orquestrador no Claude e o dev num modelo mais barato. Basta um arquivo de perfil por provider e a flag que aponta pra ele; o modelo escolhido vale só naquela janela, sem afetar as outras. Veja como configurar outros modelos.
Funciona — desde a v1.2 um agente pode rodar no Grok e participar da mesma rede dos agentes Claude Code: recebe tarefa do gestor, executa no projeto e responde na mesma conversa. As diferenças entre os dois CLIs são traduzidas pelo bus, então você só escolhe o motor de cada agente. Já testado com o Grok real, executando tarefa de ponta a ponta.
Desde a v1.4 o pi é o terceiro motor: você diz que aquele agente roda no pi e ele passa a receber tarefas do gestor como qualquer outro. Na v1.5 você escolhe como acompanhá-lo — uma aba que mostra cada entrega e o que ele respondeu, ou a conversa dele aberta na tela, recebendo as mensagens do time ao vivo. O assistente pergunta isso ao montar o time, e a escolha fica salva. Validado com o pi real, executando tarefa e respondendo pelo bus. Veja como colocar o pi no time.
Não. Um assistente pergunta o essencial — nome do time, pasta do projeto e quantos agentes — e abre tudo já configurado, aplicando sozinho a configuração certa para cada função. O time fica salvo: da segunda vez em diante, um único comando reabre a sala e todos os agentes. Quem prefere controle fino tem o caminho manual documentado, mas ninguém precisa dele para começar.
Sim. Há modelos prontos (um agente só, dupla, ou time completo com revisor) e o modo personalizado, onde você define cada agente: nome, função, motor e se trabalha sozinho. Nada impede um qa, um arquiteto ou qualquer papel que o seu projeto peça. E dá para acrescentar mais um agente depois, com o time já rodando.
Um comando acrescenta um agente novo ao time em quatro perguntas e já o abre — ele passa a subir junto nas próximas vezes. Para tirar, existe a saída limpa: encerra o ouvinte daquele agente, guarda a fila que sobrou, cancela as tarefas que ele devia e avisa quem estava cobrando. Fechar a janela não basta — sem a saída limpa o agente continua no time como um fantasma.
Toda tarefa entregue fica registrada como pendente até a resposta chegar. Um comando lista o que está em aberto, quem está devendo e há quanto tempo; outro cobra automaticamente quem não respondeu. E existe um diagnóstico de saúde da rede que aponta problemas com a correção ao lado de cada um.
Sim — o claude-bus integra com o herdr, um multiplexer de terminal pra agentes. Rodando por dentro dele, cada agente abre como uma aba lado a lado, com status ao vivo (trabalhando / bloqueado / ocioso). Todo o time numa janela, sem terminais espalhados pela tela.
Vibe coding é o fluxo de desenvolvimento em que você descreve intenções em linguagem natural e agentes de IA, como o Claude Code, escrevem e executam o código. Ferramentas como o claude-bus levam isso ao próximo nível: times inteiros de agentes trabalhando em paralelo, coordenados entre si.
O claude-bus é distribuído apenas entre os membros do Vibe Coders, nossa comunidade no WhatsApp. Entre no grupo, peça acesso e receba o instalador com suporte de quem construiu.
Fale comigo Vagas de acesso liberadas em lotes. Membros do grupo têm prioridade.O Vibe Coders não é um grupo aberto: é uma comunidade paga, feita pra quem trabalha de verdade com vibe coding e quer extrair o máximo do Claude Code.